O mundo tem se transformado de diversas formas, e as alternativas para gerar energia têm sido um grande palco de discussão no mundo há pelo menos 40 anos. Uma destas alternativas, a energia fotovoltaica, mostra-se uma das mais eficientes, tanto pela capacidade econômica quanto por sua larga aplicação.
A energia fotovoltaica é produzida a partir da luz do sol, fonte de vida para todos os seres vivos e o planeta. A lógica é bastante simples: quanto mais luz solar incidir sobre uma região, maior será a quantidade de energia produzida. Tanto em dias abertos quanto nos nublados, é possível gerar energia a partir da utilização de placas fotovoltaicas, ou seja, placas que recebem e transformam a luz do sol.
O processo tem se atualizado constantemente através dos anos, seja pela necessidade de uma fonte de energia renovável quanto pelo próprio passo da tecnologia, que deixa os equipamentos mais acessíveis e baratos também em função da demanda. Para se ter ideia, em 1977, o preço do Watt (medida de energia) chegava a 76 dólares; hoje está na casa dos 10 centavos de dólar.
As placas fotovoltaicas são fabricadas com silício ou outro material semicondutor, como fio de cobre. Quando os raios de sol incidem nas placas, os elétrons movimentam-se gerando energia. Dependendo do número e tamanho das placas utilizadas em uma rede fotovoltaica, é possível gerar energia tanto para uma casa quanto para uma grande empresa.
Aliás, são as empresas nos países mais desenvolvidos que têm impulsionado este mercado mais do que qualquer outro ator na economia. A Alemanha produz em torno de 6% de toda sua energia no país com tecnologia solar, enquanto Estados Unidos e China, apesar dos entraves políticos, vêm crescendo na oferta e demanda deste tipo, também.
As modalidades econômicas da energia fotovoltaica criam oportunidades para os mais variados públicos e setores. Uma casa, com uma família, pode não apenas ter sua energia gerada pela luz solar para atender sua demanda diária, como também pode se transformar em um negócio lucrativo, ao devolver a energia para a rede elétrica tradicional e, assim, receber por isso em dinheiro ou em créditos.
Já as empresas podem fazer o mesmo que as residências, mas também utilizar uma quantidade ainda maior de energia para fazer funcionar máquinas, instalações elétricas e qualquer outra aplicação que exija economia e grande duração de energia. As redes de energia solar são incrementadas com baterias para que se possa criar uma reserva que será utilizada posteriormente onde houver necessidade.
Em todo o mundo, o crescimento deste uso de energia tem crescido exponencialmente. Se por um lado, em 2007, os números eram tímidos, muito abaixo dos 20 gigaWatts, a projeção é que para 2020 se ultrapasse os 6 mil gigaWatts de produção, e este número é suficiente para manter várias cidades funcionando ininterruptamente! Ou seja, estamos migrando de um cenário em que as hidrelétricas, que são a maior potência geradora de energia até hoje, podem se transformar em sistemas de backup para a energia solar, e isso é um grande avanço. Menos hidrelétricas significa menos desmatamento, menos intervenção no bioma do planeta e menos custo ao consumidor final.
A SOLARITIMA é especialista em energia fotovoltaica, planejando e executando projetos para os mais diferentes fins mas com um ideal em comum: garantir que o uso de energia limpa e a utilização consciente possam se reverter em benefícios aos usuários, sejam eles domésticos ou corporativos.
Acesse esse link e conheça como funciona um sistema de energia solar. Além disso, vale a pena fazer uma visita pelo site e conhecer onde a SOLARITIMA já atuou, e transformou a rotina de diversas pessoas com os benefícios da energia solar por todo o Brasil.Continue de olho aqui em nosso blog e fique por dentro de tudo que a energia solar fotovoltaica pode fazer por você e sua vida.
Com a mudança de mentalidade a respeito dos recursos naturais do planeta, empresas no mundo inteiro estão pesquisando e investindo em alternativas de geração de energia que sejam ao mesmo tempo mais baratas e tão eficientes quanto as que possuímos hoje, principalmente as hidrelétricas. É aí que entram as geradoras de energia solar.
Para responder à pergunta do título deste artigo, a melhor época é agora mesmo. Isto porque hoje existem muitas frentes de investimento que estão barateando a tecnologia fotovoltaica. Hoje, com as devidas preparações, é possível que se possa armazenar e utilizar a energia solar para diversas aplicações, como residenciais e industriais. Os benefícios são inúmeros, e aqui vão conhecer alguns deles.
Luis Adaime, CEO da MOSS, uma das principais fintechs de crédito de carbono no mundo, concorda que o momento é agora. Segundo ele, o custo dos painéis solares tem caído exponencialmente a cada ano, o que é suficiente para que todos possamos tê-los nas nossas casas e empresas e gerar nossa própria energia. “Os experts em energia alternativa preveem que, em um futuro próximo, não haverá mais distribuidoras de energia; todos nós teremos baterias em casa para coletar a energia solar durante o dia e utilizá-la à noite”, afirma.
Ainda de acordo com Adaime, existem várias empresas grandes, como a Tesla, que estão investindo fortemente na produção de baterias, o que também deixa a tecnologia mais acessível a todos. Ao invés de geradores a diesel, por exemplo, as casas e empresas terão baterias com painéis solares para gerar e armazenar energia. “Não estaremos mais conectados à rede elétrica. Cada casa será uma unidade autônoma de geração e armazenagem de energia”, completa Adaime.
A consultoria dos profissionais da área é fundamental para que se inicie um projeto de utilização de energia solar, independentemente do fim a que se destina. A principal etapa, claro, é o planejamento do investimento. A Solaritima é a empresa indicada para você saber qual o equipamento necessário, quanto de energia você quer gerar e como armazená-la de forma a economizar ou revendê-la de volta à rede elétrica.
Dependendo da aplicação da tecnologia, é necessário também avaliar o espaço que será destinado à instalação. Imagine que você deseja instalar painéis fotovoltaicos em sua fazenda para gerar energia no sistema de água ou de alimentação dos animais. Ou, então, que você queira deixar sua casa mais inteligente e menos dependente da rede elétrica. Estes e outros motivos são igualmente possíveis de realizar; o que se deve fazer, então, é avaliar bem o espaço onde se pretende fazer a instalação. Mas não se preocupe: se for necessário fazer algum ajuste na sua propriedade, não é nada que a desvalorizará de qualquer forma — aliás, o valor dela pode ganhar um bom incremento!
Com o planejamento e a análise do local de instalação concluídos, a SOLARITIMA inicia o processo de instalação dos painéis. Tudo é realizado por engenheiros, geólogos e uma equipe técnica altamente especializada, para que o sistema funcione sem falhas e garantindo a economia e geração de energia previstas. Faz-se todo um estudo sobre onde se dá a maior incidência de luz solar no local para que todo o sistema de captação seja otimizado ao máximo. A partir daí, todos os componentes do sistema são montados: trilhos, painéis, microinversor, cabos e outros componentes que façam tudo funcionar.
A última etapa é a negociação com a concessionária de energia elétrica. Sistemas de painéis solares permitem que você possa devolver a energia gerada e obter créditos com isso. Significa, então, que não apenas seu sistema de energia solar te torna independente, como também pode gerar lucro com o excedente produzido. Uma ideia completamente fantástica que está ao seu alcance, graças ao profissionalismo da SOLARITIMA e a facilidade de aquisição dos equipamentos.
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Pagar uma conta de energia alta é algo que assombra grande parte dos brasileiros. Por isso, qualquer hábito ou mudança de comportamento que possa contribuir para a diminuição desse valor é mais do que bem vindo.
Vale dizer que uma dessas recomendações pode reduzir a sua tarifa em até 95%!
Interessado em saber mais sobre elas? Boa leitura!
1. Economize com a iluminação
Optar por lâmpadas de Led ou fluorescentes pode render uma boa economia de energia ao fim do mês. Então cuidado ao acreditar estar economizando com a compra de modelos de lâmpadas mais baratas: no fim, esse valor fica bem mais alto na conta de energia.
Você também pode diminuir o tempo utilizando iluminação artificial com a escolha de tintas mais claras, que favorecem a claridade proporcionada pela luz solar.
2. Atenção com o Ar Condicionado
Quem tem um ar condicionado sabe: ele é o campeão no consumo de energia elétrica. Especialmente durante as épocas mais quentes do ano, o uso prolongado faz com que os preços subam até as alturas.
Procure criar ambientes onde o ar circula de forma mais livre, aproveitando janelas e portas abertas sempre que possível, para minimizar o uso de ar condicionado.
Outra medida que contribui com a redução no consumo, é a manutenção dos filtros bem limpos para que o ar refrigerado saia pelas grades sem forçar demais o aparelho.
E durante seu uso, é imprescindível manter portas e janelas fechadas para que o ambiente mantenha a temperatura adequada, e o uso do ar condicionado seja o menor possível.
3. Chuveiro elétrico: grande vilão da conta de energia
Passar muito tempo no banho pode ser um momento bastante prazeroso, mas é preciso ficar atento: ele é um dos maiores culpados pelos gastos na conta de energia.
Usá-lo na opção “verão” pode causar um aumento de até 30% no valor pago ao fim do mês. Portanto, limite o tempo que você passa embaixo d’água – 5 minutos é um tempo bastante razoável.
Também fique de olho nos buraquinhos do chuveiro, e na resistência – ambos podem contribuir negativamente com o aumento no consumo de energia pelo chuveiro.
4. Dê preferência por eletrodomésticos mais eficientes
Os selos de eficiência elétrica indicam como os eletrodomésticos se comportam em relação ao consumo de energia.
Eles apontam os aparelhos que consomem menos, e vale a pena ficar de olho neles – especialmente em equipamentos como geladeiras, fornos microondas e lavadoras de roupas, que são utilizados com bastante frequência.
5. Utilize os aparelhos de forma consciente
Há diversas formas de utilizar os equipamentos domésticos, de maneira que seu funcionamento seja otimizado, e sua eficiência elétrica seja maior.
Por exemplo: é recomendado utilizar a máquina de lavar roupas apenas quando estiver bem cheia – portanto, espere acumular a quantidade necessária de roupas para ligar a máquina.
Você pode fazer o mesmo com o ferro de passar roupa, e só utilizar o aparelho quando houver bastante roupa – para que seja usado menos vezes.
Outra dica importante é desligar os aparelhos da tomada, quando não utilizados. Exceto pelo modem e geladeira, a grande maioria dos equipamentos não precisa ficar ligado, e por menor que seja o seu consumo, ele ainda existe.
6. Faça uma revisão nas instalações elétricas
É importante realizar revisões periódicas nas instalações elétricas de sua casa para, com a verificação das cargas nas fases, reduzir gastos com a conta de energia elétrica.
Além disso, o equilíbrio na carga das fases é essencial para que os condutores não sofram nenhum tipo de prejuízo decorrente do superaquecimento.
Problemas na fiação tendem a reduzir a vida útil dos aparelhos eletroeletrônicos , além de aumentar o valor da tarifa de luz – por conta de uma quantidade maior de corrente percorrendo o mesmo condutor.
Conte com um eletricista de confiança para realizar esse tipo de serviço, especialmente em residências mais antigas.
7.Evite os horários de pico de consumo
Os horários de pico de consumo de energia elétrica são aqueles em que há mais pessoas utilizando a rede elétrica.
Geralmente, o horário corresponde ao período das 18h às 21h, e você deve evitá-lo. Isso porque durante esse tempo, o preço da energia elétrica é mais alto, por conta do consumo mais elevado.
Então procure adiantar ou atrasar atividades que gastam mais energia nesse período, como banhos ou o uso de aparelhos para lavar e passar roupas.
Investir em energia solar surge como uma excelente alternativa para quem quer economizar com um método que se utiliza de uma fonte totalmente renovável.
Além da geração de créditos energéticos, ainda há uma baixa taxa de manutenção, que permitem que o investimento inicial seja recuperado, em média, em até 5 anos – tudo isso por até 25 anos, que é a vida útil do sistema de energia solar.
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A quantidade de placas fotovoltaicas que seu sistema solar dispõe está diretamente relacionado à quantidade de energia elétrica que ele consegue produzir.
Mas ainda existem outros fatores que podem influenciar diretamente na produção.
Para conhecer melhor como funciona a geração de energia elétrica nas placas fotovoltaicas, e de quantas são necessárias para que sua casa seja completamente abastecida, vamos nos aprofundar no assunto no decorrer desse texto.
Se interessou pelo tema? Então boa leitura!
Placas fotovoltaicas: o que são?
De maneira resumida, podemos dizer que as placas fotovoltaicas são módulos responsáveis por absorver a radiação solar, e posteriormente transformá-la em energia elétrica.
Parte fundamental do sistema de energia solar, as placas são conhecidas como módulos fotovoltaicos, são formadas por células fotovoltaicas, as responsáveis diretas por absorver a energia dos fótons em seu interior.
Ao fim, é possível compreender que a quantidade de energia que o sistema solar produz depende diretamente da quantidade de placas fotovoltaicas instaladas.
Então, isso é tudo que preciso saber para calcular quantas placas fotovoltaicas são necessárias para abastecer uma residência?
Influência na produção de energia solar
Há outros fatores que influenciam diretamente a quantidade de energia que as placas fotovoltaicas podem produzir.
Entre eles, vale destacar os seguintes:
Geolocalização
O Brasil é um dos países que conta com melhor exposição solar. No entanto, como se trata de uma nação com dimensões continentais, cada região conta com uma intensidade de exposição solar bem diferente da outra, o que influencia diretamente na quantidade de energia que as placas fotovoltaicas podem produzir.
Por exemplo, uma casa que consome uma média de 250 KWh precisa da seguinte quantidade de placas, de acordo com a região do país em que reside:
Uma residência na região Norte, Nordeste, Centro-Oeste ou Sudeste do Brasil precisa de 7 placas solares;
Uma residência na região Sul do país precisa de aproximadamente 6 placas solares.
No entanto, esse valor serve como referência, e a quantidade pode variar por conta de vários fatores climáticos, como índice pluviométrico, duração do dia, etc.
Incidência do sol
Outro fato que precisa ser observado é a incidência solar em sua residência. Existe boa iluminação no local, ou há prédios, construções ou obstáculos naturais ao redor que podem interferir na radiação que atinge o telhado/sistema solar?
Geralmente, as placas fotovoltaicas devem ficar voltadas para o norte, para que recebam mais raios solares e assim, produzam mais energia solar – mas é preciso que a incidência seja direta para maior aproveitamento.
Quantidade de energia consumida na residência
É preciso levar em conta quanta energia é consumida na residência, para que seja produzida uma quantidade adequada.
Essa média precisa ser feita com base em 12 meses de consumo, uma vez que no decorrer do ano há épocas em que ele é bastante variável.
Também é possível fazer o cálculo considerando a potência dos eletrodomésticos que serão utilizados, caso a casa seja nova.
Espaço disponível no telhado da residência
O espaço disponível no telhado da casa é um fator fundamental, uma vez que as placas ocupam um bom tamanho.
No entanto, esse cálculo fica a cargo da empresa que você vai contratar para realizar a instalação do seu sistema solar, uma vez que ela é quem detém as medidas exatas das placas que serão utilizadas.
Consumo de energia em uma residência
Abaixo, listamos alguns dos principais aparelhos eletrodomésticos encontrados em uma residência – você pode usar a média de consumo deles para ter uma ideia do quanto sua família usa de energia elétrica no decorrer de um mês:
Geladeira de duas portas frost-free: 56,88 kWh/mês;
Geladeira de uma porta: 25,2 kWh/mês;
Lavadora de louças: 30,86 kWh/mês;
Forno elétrico: 15 kWh/mês;
Micro-ondas: 13,98 kWh/mês;
Cooktop: 68,55 kWh/mês;
Ferro elétrico a vapor: 7,2 kWh/mês;
Lavadora de roupas: 0,13 a 0,47 kWh/ciclo de lavagem.
Quantas placas fotovoltaicas minha casa precisa?
Para te ajudar a compreender quantas placas fotovoltaicas serão necessárias em sua residência, a SOLARITIMA disponibilizou de forma totalmente gratuita uma calculadora de placas solares, que você pode acessar clicando aqui nesse link.
Por meio dela, você pode compreender qual o tamanho do sistema solar que você precisa em sua casa para oferecer uma economia de até 95% em sua conta de energia elétrica, e todos os demais benefícios que gerar sua própria energia elétrica pode te oferecer.
Portanto, se você ainda tiver alguma dúvida sobre quantas placas fotovoltaicas precisa em sua residência, pode solicitar um orçamento com nossa equipe de profissionais aqui na SOLARITIMA.
Com a queda nas temperaturas, é comum que a conta de energia venha mais cara ao fim do mês. Isso porque é normal que utilizemos mais o chuveiro elétrico, que é um dos grandes responsáveis pelos gastos com energia elétrica em nossas casas.
Portanto, é preciso ficar bem atento para não acabar gastando mais do que o planejado.
Pensando no bem estar de suas contas, decidimos separar algumas dicas bem interessantes para você colocar em prática aí na sua residência, e com isso, diminuir os valores gastos com energia elétrica.
Ficou interessado? Então vem conferir com a gente!
Dicas para economizar energia elétrica
Além de mudanças em sua rotina e nos aparelhos de sua casa, existem algumas dicas mais simples que podem contribuir diretamente para a economia de energia elétrica em sua casa. Isso, claro, sem falar no método de energia solar fotovoltaica, que reduz a sua conta de luz em até 95%!
Dá uma olhada no que você pode fazer por aí:
Mude seus hábitos
É importante repensar a forma de utilizar os aparelhos eletrodomésticos, especialmente em grandes períodos de tempo dentro de casa.
Então procure se atentar a detalhes que podem fazer a diferença como:
apagar as luzes em cômodos vazios;
diminuir o tempo no chuveiro;
não utilizar a televisão como background (fundo) para outras atividades;
lavar roupa sempre com a máquina de lavar em sua capacidade máxima;
instalar isolamento térmico em alguns cômodos, ou na casa toda – além de manter o ambiente mais fresco e agradável, vai reduzir a necessidade do uso de ar-condicionado.
Troque as lâmpadas
Substituir as antigas lâmpadas incandescentes por modelos fluorescentes, ou mesmo de LED, pode causar uma boa redução no consumo de energia elétrica – há modelos mais novos que podem gastar a metade da energia dos antigos.
Além disso, esses modelos de lâmpadas também são mais resistentes, e duram por muito mais tempo, além de fornecerem uma iluminação bem melhor.
Outra dica que pode potencializar esse item é a utilização de tintas mais claras, para manter o ambiente melhor iluminado. Cômodos escuros precisam de mais iluminação artificial, inclusive durante alguns períodos do dia, onde a iluminação natural funcionaria melhor.
Desligue os aparelhos da tomada
Isso mesmo: embora alguns aparelhos como roteador de internet e aparelho da tv a cabo não devam ser desligados mesmo quando não estão sendo usados, com os demais você não precisa se preocupar.
Portanto, evite deixar tv, aparelhos de som, home theater, videogames e computadores ligados em stand by: mesmo assim há consumo de energia, que ao fim do mês, pode fazer boa diferença na conta de luz.
Vale utilizar filtros de linha para ligar mais de um aparelho – assim, fica mais fácil desligar o abastecimento de todos eles de uma vez só.
Geladeira
No caso da geladeira, vale a pena se manter atento ao controle de temperatura: quanto mais frio aqui fora, menor a necessidade de frio lá dentro. E é sempre interessante evitar sua abertura muitas vezes – aproveite para pegar tudo de uma vez só, e economizar.
Outra dica importante é que uma geladeira cheia exige menos esforço de seu motor do que uma geladeira vazia, por isso, procure mantê-la abastecida.
Também verifique constantemente o estado de conservação das borrachas de vedação, que vão evitar maiores desperdícios.
Por fim, vale dizer que utilizar a parte de trás da geladeira para secar sapatos ou peças de roupa aumenta o seu consumo, portanto evite.
Ar Condicionado
Durante o frio, é recomendado desligar completamente o aparelho – inclusive, da tomada.
Se for necessário seu uso, procure fechar bem o ambiente onde ele está instalado, para que não haja troca de temperatura e o aparelho tenha que trabalhar ainda mais.
Também utilize cortinas, para que a luz do sol não traga calor para o ambiente, o que também exige mais do aparelho.
Utilize um sistema de energia solar fotovoltaica
A melhor dica que nós podemos te oferecer é adotar o uso da energia solar em sua residência ou empresa. Esse processo pode gerar a maior das economias em sua conta de energia elétrica, chegando a uma redução de até 95% em sua conta.
Além disso, todo o investimento feito para se utilizar da energia solar pode ser pago, em média, em até 5 anos. E considerando que esses sistemas têm vida útil de 25 anos, você terá muito tempo pela frente para se aproveitar de todas essas vantagens financeiras.
Como funciona o sistema de energia solar?
A energia solar é captada por meio de painéis solares, instalados em locais com grande incidência do sol. Essa energia captada é transformada em energia elétrica, graças às células fotovoltaicas, e depois levada até o inversor solar, equipamento que adapta a energia para o mesmo tipo que usamos nas redes elétricas convencionais.
Esse sistema conta com fácil instalação, pode ser usada em residências e empresas, gerando grandes reduções nas contas de energia elétrica.
Além de ser usada em conjunto com a rede elétrica, esse tipo de energia pode ser armazenada em baterias – para utilização durante a noite, quando não há radiação solar.
Agora, por que adotar esse sistema?
As principais vantagens da energia solar fotovoltaica
Entre as maiores vantagens que o sistema de energia solar fotovoltaica nos proporciona, podemos citar:
A energia solar é totalmente renovável, por ser extraída de uma fonte inesgotável – diferente de outros tipos de recursos renováveis, como energia eólica ou hídrica, a energia solar é a única com a qual temos a certeza de poder contar no dia seguinte, ainda que em menor escala.
Os painéis fotovoltaicos, que captam a energia solar, são fáceis de instalar, não fazem qualquer tipo de barulho, e não causam nenhum tipo de poluição ou prejuízo ao meio ambiente.
Outra vantagem dos painéis solares é o fato de ocuparem pouco espaço – são instalados nos telhados, sem que haja qualquer tipo de prejuízo estrutural.
A taxa de manutenção do sistema de Energia Solar Fotovoltaica é muito baixa, por ser um sistema que não apresenta praticamente nenhum tipo de desgaste mecânico. Com uma limpeza anual, os painéis costumam durar mais de 25 anos!
A economia gerada pelo uso da energia solar, em conjunto com a rede elétrica tradicional, pode ser de até 95% no valor de sua conta.
A falta de rede elétrica pode ser compensada com o uso da energia solar – assim, locais mais distantes, que não contam com os serviços convencionais de energia, tem no sol a sua grande solução.
Agora você já pode aplicar essas dicas em sua residência e deixar as altas contas de energia para o passado – seu bolso e o meio ambiente agradecem!
Se você quer ficar de olho em mais conteúdo como esse, não deixe de acompanhar o nosso blog, que sempre tem muito material interessante para quem está de olho no assunto.
E claro, se você quer saber mais sobre energia solar e todos seus benefícios, converse com quem entende do assunto: entre em contato conosco ou solicite um orçamento, sem qualquer compromisso. Nós podemos encontrar juntos a solução que você tanto precisa!
O sistema de energia solar é uma grande solução para quem deseja diminuir os valores pagos na conta de energia, tanto dentro de sua casa, ou mesmo em seu negócio.
Portanto, com o aumento da demanda, é comum que a oferta cresça também. Por isso, você precisa conhecer melhor como funciona todo esse processo, a fim de levar para sua casa o que há de melhor no segmento.
Então venha conhecer mais sobre as placas fotovoltaicas, componente fundamental do sistema de energia solar, e conte com todas as vantagens que essa solução pode levar para sua vida.
O que são placas fotovoltaicas?
As placas fotovoltaicas fazem parte dos sistemas de energia solar conectados à rede, sendo um dos principais equipamentos.
Conhecidas tecnicamente como módulos fotovoltaicos, elas produzem determinada quantia de energia – assim, são conectadas outras para que se alcance o total suficiente para alimentar o imóvel em questão, seja sua casa ou negócio. Dessa junção das placas surge o chamado painel solar fotovoltaico.
A função das placas fotovoltaicas é converter a luz solar em energia elétrica, com o auxílio das células fotovoltaicas que a compõem.
Você já deve ter visto alguma por aí, uma vez que são a parte visível e exposta do sistema – são aquelas placas refletivas, geralmente dispostas nos telhados.
Como há grande variedade de placas sendo comercializadas, é preciso conhecer melhor seus detalhes para realizar uma escolha adequada.
Podem fazer a diferença na hora da instalação a quantidade de células que elas contêm, que pode variar de 36 a 72; e o material do qual elas são feitas, que varia entre diversas formas de silício, o mais utilizado.
Efeito Fotovoltaico
As células fotovoltaicas que compõe as placas são as responsáveis diretas pela conversão da energia solar em energia elétrica.
Essa conversão da luz solar em eletricidade ocorre por meio de um processo chamado “efeito fotovoltaico”.
De maneira simples, o efeito acontece quando partículas presentes na luz, alcançam as células fotovoltaicas e reagem com o silício, material do qual elas são feitas.
Essas células fotovoltaicas são compostas de duas camadas diferentes, separadas por uma fina grade entre as duas.
Quando essas partículas da luz solar entram em contato com a célula fotovoltaica, há uma reação com o silício, e acontece uma troca entre as duas camadas internas: nesse momento, outra reação diferente ocorre, e nasce a energia elétrica que será utilizada posteriormente.
Como funcionam as placas fotovoltaicas?
Depois de todo esse procedimento de conversão da luz solar em energia elétrica, o painel solar direciona essa eletricidade para o inversor solar.
Outro componente do sistema de energia solar, o inversor transforma a corrente contínua dessa energia elétrica em corrente alternada.
Isso é fundamental, uma vez que tanto os nossos aparelhos elétricos quanto o próprio sistema de distribuição das empresas de energia elétrica funcionam na corrente alternada.
Desse momento em diante, a energia pode ser utilizada de duas formas:
no sistema off-grid, ela vai para o armazenamento em baterias;
no sistema on-grid, ela é direcionada ao quadro de luz do imóvel, e utilizada junto da energia elétrica “comum”, que chega pela rede pública de distribuição.
Tipos de placas fotovoltaicas
É importante dizer que, mesmo funcionando da mesma forma e com igual finalidade, existem diferentes tipos de placa fotovoltaicas. No entanto, as diferentes placas oferecem uma eficiência diferente em cada uma.
Essa eficiência é expressada em porcentagem, e quer dizer o quanto a luz que incide na placa é transformada em energia elétrica, própria para o consumo.
Dessa maneira, uma placa mais eficiente gera mais energia por metro quadrado, o que também reduz o tamanho do painel solar necessário para produção.
A variável que mais afeta a eficiência de um painel fotovoltaico é a pureza do silício usado em sua composição – quanto mais puro, mais eficiente a placa.
Por outro lado, a purificação do silício é cara – somente o material é responsável por quase metade do valor final das placas fotovoltaicas.
Os tipos de placas fotovoltaicas existentes no mercado são:
Placas fotovoltaicas de silício monocristalino
Tecnologia pioneira, oferece eficiência que varia de 14 a 22%.
Contam com uma cor bem uniforme, por conta da alta pureza do silício. Outra característica física é o fato de ter seus cantos mais arredondados.
Indicado para imóveis que contam com menos espaço disponível, uma vez que são mais eficientes e exigem painéis solares de menores dimensões. Outra vantagem é sua grande eficácia em pouca luz e grande durabilidade – cerca de 30 anos.
Placas fotovoltaicas de silício policristalino
A eficiência desse tipo de placa, que é menos custosa do que a anterior, é um pouco menor: varia numa faixa entre 13 e 18%.
Por contarem com essa eficiência mais baixa, a formação dos painéis solares exige maior espaço, o que significa menos Watts por hora por m².
No entanto, sua duração é a mesma do modelo anterior: 30 anos.
Placas fotovoltaicas de filme fino
Esse tipo de placa é produzida com o depósito de várias camadas de filme fotovoltaico sobre uma substância específica. Existem diferentes tipos de material do qual são produzidos esses filmes fotovoltaicos, como:
silício amorfo (a-Si);
telureto de cádmio (CdTe);
cobre, índio e gálio seleneto (CIS/CIGS);
células solares fotovoltaicas orgânicas (OPV).
De acordo com o material utilizado, a eficiência costuma variar de 7 a 13%. No entanto, modelos mais modernos apresentam níveis ainda maiores, chegando até 16% de eficiência.
Mais baratas do que as opções anteriores, as placas de filme fino contam também com uma estética mais atraente.
Além disso, seu material é mais flexível, o que amplia o leque de opções de aplicação, e aumenta sua resistência ao calor e capacidade mesmo sob pouca luz solar.
Por outro lado, são as que mais exigem painéis solares maiores – o que quer dizer, é preciso ainda mais espaço para sua instalação.
Também não são tão duradouras, e seu material exige bem mais cuidado por ser consideravelmente mais frágil do que as demais placas fotovoltaicas.
Por que utilizar placas fotovoltaicas?
O grande motivo para utilizar as placas fotovoltaicas, e o sistema solar como um todo, é a grande economia obtida ao fim do mês na conta de energia elétrica.
Esse valor pode chegar até 95%, o que gera um grande alívio, especialmente para quem já conta com valores muito altos na tarifa.
Funciona assim: como o sistema solar só gera energia durante o dia, é preciso recorrer a rede elétrica a noite. Porém, contanto com o sistema instalado, é realizada uma troca dessa energia pela produzida durante o dia, e não consumida.
Também há incentivos governamentais para quem gera energia, como a isenção no PIS e COFINS, além do ICMS sobre essa eletricidade.
Há ainda cidades que oferecem descontos sobre o IPTU de que gera a própria energia por meio do sistema de energia solar.
Como escolher a melhor placa?
Como há diversas opções no mercado, escolher a melhor placa fotovoltaica pode não ser a tarefa mais simples.
Por isso, antes de tudo, você precisa ter definido se o seu objetivo principal é obter economia em sua conta de luz ou lucrar com essa produção – o custo-benefício pode variar, assim como a área necessária para instalação do sistema.
Então vale analisar alguns pontos primordiais na hora de adquirir a sua placa fotovoltaica, além de conferir apenas o preço final das mesmas:
Duração da garantia;
Porcentagem da eficiência, que impacta tanto na quantidade de energia produzida, quanto no tamanho necessário para instalação;
O material de produção da placa, que interfere em seu preço e eficiência;
Dê preferência por fabricantes conhecidas;
Tolerância de potência: vale optar pelas fabricantes que oferecem a opção “positiva”, ou seja, a quantidade de energia garantida é, no mínimo, igual a especificada no painel;
Observe a qualidade da moldura que cerca a placa;
A folha plástica que vem atrás das placas, chamada de backsheet, não deve ter dano ou alteração alguma;
O coeficiente de temperatura, que indica como as placas reagem sob maior calor, não devem ultrapassar 0,5% – o que indica que vão produzir ótimas quantidades de energia mesmo em dias de muito sol;
No caso das placas fotovoltaicas mono ou poli cristalinas, é preciso contar com os diodos de bypass, peças colocadas atrás do painel, que impedem a diminuição na produção de energia em períodos de sombras;
E aí, interessado em utilizar no seu cotidiano todas as vantagens que um sistema de energia solar têm a oferecer?
A produção de energia solar tem crescido nos últimos anos aqui no Brasil. Esse fato nos aponta um caminho bastante promissor para o uso da energia renovável, que ainda é muito pequeno diante do grande potencial que o país tem.
Questões geográficas fazem do Brasil uma nação solar, ou seja, há potencial para que o país seja, inclusive, o líder mundial no segmento.
Então, por que não investir no uso de energia solar? Cabe a você decidir: vamos te apresentar agora as vantagens e desvantagens do uso de energia solar, seja em sua residência ou em seu empreendimento comercial.
Vem conferir e fazer uma escolha que pode dar uma energia extra à sua vida!
O que é a energia solar fotovoltaica?
Energia solar fotovoltaica é o tipo de energia obtida por meio da conversão da luz do sol, transformada em eletricidade. O processo, de maneira resumida, é bem simples: a luz do sol é captada por meio das placas solares, que captam a radiação solar durante o dia e a transformam em energia elétrica comum por meio de um efeito chamado fotovoltaico – daí o nome do tipo de energia.
Também faz parte do sistema responsável pela transformação da energia um componente chamado de “inversor”, que é o responsável direto por converter a Corrente Contínua gerada pelas placas em Corrente Alternada, para ser utilizada junto a rede elétrica comum, tanto de sua casa quanto empresa.
Vale lembrar que esse sistema é ligado a rede elétrica normal da casa pelo fato de não haver produção durante a noite – a menos que haja uma bateria, para armazenamento, o fornecimento seria interrompido até que o sol voltasse a aparecer no céu.
As vantagens no uso da energia solar
A energia solar tem atraído cada vez mais adeptos e usuários por conta de suas diversas vantagens, especialmente no que diz respeito a questão da sustentabilidade e do meio ambiente.
Isso porque trata-se de uma fonte de energia totalmente renovável, e que serve como substituto ideal para os meios mais tradicionais de captação de energia elétrica – no caso da energia solar fotovoltaica.
Portanto, mais do que contribuir com o bolso de quem utiliza esse sistema, uma vez que causa grande economia na conta de luz, a energia solar contribui para todo o planeta, uma vez que não há qualquer tipo de agressão ao meio ambiente em seus processos de captação e transformação.
Além da grande duração de uma instalação do tipo, seu valor torna-se muito acessível diante desse tipo de vantagem. Além do mais, é comum que a economia gerada pelo uso da energia solar pague a instalação do sistema em poucos anos – o que, é claro, é sempre uma excelente ideia.
Para ficar mais fácil de se compreender o que torna a energia fotovoltaica tão vantajosa, vamos tratar de seus benefícios um por um:
A energia solar é totalmente renovável, por ser extraída de uma fonte inesgotável – diferente de outros tipos de recursos renováveis, como energia eólica ou hídrica, a energia solar é a única com a qual temos a certeza de poder contar no dia seguinte, ainda que em menor escala.
Os painéis fotovoltaicos, que captam a energia solar, são fáceis de instalar, não fazem qualquer tipo de barulho, e não causam nenhum tipo de poluição ou prejuízo ao meio ambiente.
Outra vantagem dos painéis solares é o fato de ocuparem pouco espaço – são instalados nos telhados, sem que haja qualquer tipo de prejuízo estrutural.
A taxa de manutenção do sistema de Energia Solar Fotovoltaica é muito baixa, por ser um sistema que não apresenta praticamente nenhum tipo de desgaste mecânico. Com uma limpeza anual, os painéis costumam durar mais de 25 anos!
A economia gerada pelo uso da energia solar, em conjunto com a rede elétrica tradicional, pode ser de até 95% no valor de sua conta;
A falta de rede elétrica pode ser compensada com o uso da energia solar – assim, locais mais distantes, que não contam com os serviços convencionais de energia, tem no sol a sua grande solução.
No entanto, há alguns pontos que ainda afastam os consumidores de adotarem esse tipo de energia em suas casas ou comércios. Essas características podem ser consideradas desvantagens no sistema fotovoltaico:
O preço para a instalação do sistema é relativamente alto, no entanto, é importante ressaltar a sua longa vida útil, bem como o fato de que com o tempo, a economia do sistema acaba pagando a si mesmo. Além disso, hoje há possibilidades de financiamento, que tornam a realização do projeto viável para todos os públicos.
Claro, a energia solar não pode ser produzida durante a noite – ou seja, será preciso contar com o auxílio da rede elétrica comum, ou de baterias para armazenar o que for coletado durante o dia. O mesmo vale para dias chuvosos.
Ainda falta bastante incentivo por parte do governo, especialmente no que diz respeito aos impostos – o que contribui para que o sistema seja caro. Assim, é possível recorrer a financiamentos para tornar mais simples a aquisição desse sistema.
A instalação das placas fotovoltaicas pode causar algumas alterações na parte estética do imóvel, por isso é preciso pensar esses detalhes com arquitetos e engenheiros, a fim das mudanças não se tornarem desagradáveis.
Algumas aves podem ser prejudicadas por conta dos painéis solares – por serem espelhadas, podem dificultar a localização e compreensão de algumas espécies. Também é preciso tomar cuidado com relação ao aquecimento que essas placas geram, o que também pode acabar ferindo alguns pássaros.
Um grande ponto negativo da energia solar, ao menos atualmente, é sua baixa capacidade de armazenamento. Não é possível guardar a energia para ser utilizada por longos períodos, o que pode ser um problema em grandes períodos de chuva, por exemplo.
Agora já é possível para você mesmo tirar suas conclusões sobre a energia solar, e se ela é recomendada para sua situação.
Se a resposta for positiva, então entre em contato conosco, pois aqui na Solarítima nós temos a solução ideal caso você esteja pensando em energia solar fotovoltaica.